sábado, 23 de janeiro de 2010

Efeito canguru

Sling na Folha de São Paulo

Efeito canguru

Durante os cinco meses em que ficou afastada do trabalho após o nascimento de Pedro, hoje com dois anos e oito meses, e de Luana, oito meses, a estatística Relze Fernandes, 32, carregou os filhos para cima e para baixo. E, segundo diz, não precisou deixar nenhuma atividade de lado por causa disso. "Colocava o "sling" de manhã e passava o dia todo com ele. Na única vez em que esqueci, fiquei "podre" de levar meu filho no colo. Usava tanto que não conseguia tirar nem para lavar", diverte-se.

Assim como as mães-celebridades Julia Roberts e Angelina Jolie, Relze faz parte de um grupo crescente de mulheres (e homens) de grandes centros urbanos que está aderindo a carregadores de tecido para transportar os bebês próximos ao corpo durante passeios e tarefas rotineiras, um hábito arraigado entre povos de regiões da Ásia e da África e que tem adeptos também na Europa e na América do Norte.

Além do aspecto prático -liberar mãos e braços do adulto para outras atividades-, os defensores do "sling" atribuem a ele outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.

"As mães relatam que seus filhos choram menos e se sentem mais seguros, além de sentarem e andarem mais cedo", afirma a pediatra Jucille Meneses, do departamento científico de neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Embora não haja embasamento científico para indicar o uso do "sling", o contato com a mãe é benéfico para o lactente."Nos Estados Unidos, o pediatra William Sears, autor de mais de 40 livros, é um dos entusiastas dos carregadores e o responsável por cunhar o termo "babywearing" (algo como "vestir o bebê"). De acordo com ele, os bebês "slingados" choram menos, aprendem mais e são mais espertos.

A modelo Luciane Trapp, 26, que começou a usar o "sling" com Gabriela, 3, e atualmente carrega Bernardo, de dois meses, tem sua própria explicação. "O bebê sai da barriga e é colocado em um berço grande e vazio, o que é muito frio. No "sling", é como se continuasse no meu corpo", diz. "E, se ele quer mamar, é só arrumar o pano que não dá para ninguém ver. Faço isso até andando."

A pediatra Jucille Meneses cita outras vantagens da rede: mantém as pernas do bebê unidas e não altera o desenvolvimento do quadril, o que pode ocorrer com o uso contínuo da mochila e de modelos tipo cadeirinha. "Algumas pessoas podem se questionar se o carregador aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê, mas isso não ocorre. Ele não leva a vícios de posição", completa.

Cólicas
O "sling" também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses "slingando" os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede.

Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, "que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas".Mas nem todo mundo se sente confortável com o carregador.

A psiquiatra Fernanda Moreira, 36, usou com o filho Thiago nos primeiros meses, mas depois notou que ele não queria mais ficar na rede. "Ele não gosta de colo deitado, só em pé, até para dormir. Então, detestou o "sling" logo que passou dos dois meses. Acho que passou a se sentir meio preso", diz.

Em relação ao corpo da mãe, há pelo menos uma ressalva. Para Osmar Avanzi, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e professor da Santa Casa de São Paulo, não é recomendável usar os carregadores durante longos períodos para não sobrecarregar a coluna. "É importante também ter um bom condicionamento físico e fazer alongamento para evitar dores lombares. Sem falar que, quanto maior o peso da criança e do próprio adulto, pior a sobrecarga", explica.

Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. "Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no "sling", mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente", afirma Relze Fernandes.

Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.


Esta matéria foi publicada hoje no jornal A Folha de São Paulo, no caderno Equilíbrio.
RACHEL BOTELHO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA [...]

Slings são a nova tendência entre as ‘mães canguru’.

SEXTA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2008.
SLING - Reportagem G1 - São Paulo - Globo

Slings são a nova tendência entre as ‘mães canguru’.

Espécie de carregador de bebê feito de pano dá mobilidade a mães com crianças de colo. Acessório custa, em média, R$ 70 e pode ser usado com crianças de até 3 anos. As mamães que têm crianças de colo estão redescobrindo uma forma primitiva de carregar os seus pimpolhos. São os slings, uma espécie de carregadores de bebês artesanais muito utilizados por mães africanas e que estão se tornando cada vez mais comuns pelas ruas de São Paulo. Mas o acessório não está caindo no gosto da mulherada porque é o mais novo ícone fashion. O sling é útil por garantir à mãe a liberdade de ter o filho por perto, ou melhor, colado ao corpo, sem perder a mobilidade.
A professora Lígia de Sica, de 27 anos, começou a usar o sling no dia seguinte ao nascimento da sua filha Helena, de 3 meses. “Em vez de ficar parada enquanto ela está mamando, por exemplo, eu consigo fazer outras coisas, como comer ou usar o computador”, descreve Lígia, que comprou outro sling de tamanho maior para ser usado pelo marido. Foi graças ao acessório que a advogada Ana Lucia Keunecke, de 34 anos, conseguiu voltar ao trabalho dias depois que a filha Sofia, de 2 anos, nasceu. “Eu não tinha escolha, precisava voltar a trabalhar. Com 15 dias de nascida, eu já fui a uma audiência com ela no sling. Foi muito tranqüilo porque ela ficava quietinha, aconchegada. Só parei de levar para as audiências quando ela começou a falar e a interagir”, relembra.
O medo de machucar o bebê é a maior preocupação das mães que estão começando a usar o acessório. No entanto, as mais experientes costumam orientar as de primeira viagem a observar o bebê e seguir o próprio instinto. “Se ele está quietinho e feliz, é porque está bem”, resume Lígia. O sling pode custar, em média, R$ 70 e pode ser usado com crianças de até 3 anos, época em que elas começam a ficar mais pesadinhas. Os mais populares são confeccionados em algodão, vêm em diferentes tamanhos e podem ser ajustados com argolas ou velcro. O único inconveniente, relatam as mães, são as dores nos ombros, que podem ser aliviadas trocando o lado da alça e mantendo a coluna sempre alinhada.
* Um bom negócio
A arquiteta Analy Uriarte, mãe de três, conheceu o sling na primeira gestação graças à cunhada norte-americana, que lhe apresentou a novidade. Ao se mostrar interessada pelo acessório, Analy ganhou um de presente. Logo, viu que poderia espalhar a novidade entre as amigas. Para começar a vender o produto foi questão de tempo, e hoje, contabiliza ela, cerca de 200 mães aderem ao seu sling por mês.
Analy entrou no negócio por acreditar que lugar de bebê é no colo da mãe. “Tem a ver com o instinto materno de querer aconchegar o filho perto, de ficar confortável durante a amamentação”, argumenta a arquiteta. As mães se sentem tão à vontade que até já montaram um clube da Luluzinha em que levam os seus respectivos bebê. Elas se encontram uma vez por mês no cinema. O encontro tem hora marcada e a sessão é especial: o som do filme é mais baixo e o ar condicionado é moderado.
* Opinião de médico
O neonatologista Carlos Eduardo Correa é um dos defensores do sling e costuma apresentar o acessório a todas as pacientes. O médico conta que sempre teve interesse nas formas que os diferentes povos têm para carregar as crianças, sobretudo os bebês. A principal vantagem do acessório acredita o médico, é trazer a mulher de volta à ativa.
“A falta de mobilidade enquanto amamenta é uma das principais causas do desmame, e o sling devolve essa liberdade. Muitas pacientes já aprendem a dar de mamar usando o sling”, diz. Correa ainda ressalta a aproximação entre mãe e filho que o acessório proporciona, principalmente nos primeiros dias de vida. “O bebê fica em contato direto com a mãe e não esquecido no carrinho. Não existe mimar criança com menos de 6 meses, não tem isso de ela ficar mal acostumada”, defende.
O neonatologista concorda que o uso do sling ainda é restrito a mães com poder aquisitivo mais alto. A advogada Ana Lúcia defende o uso do acessório como uma questão de saúde pública. “Uma mulher que tem um filho recém-nascido e precisa voltar ao trabalho logo não consegue conciliar as duas coisas. Se o sling fosse para todas, ele favoreceria o vínculo e a amamentação, e a mulher ainda conseguiria trabalhar”, defende.
Fonte: G1 - São Paulo

Vantagens ao sligar o bebê

- Aspectos físicos:

O sling imita a posição natural dos braços maternos ao carregar o bebê. Ele segue a linha natural da coluna do bebê e não a pressiona diretamente em nenhum ponto. Diversos pediatras já receberam seus pequenos pacientes, slingados em suas respectivas mamães e aprovaram!Ao transportá-la dessa maneira, e mais ainda na posição vertical, você estará prevenindo a regurgitação e reduzindo a formação das cólicas, favorecendo a digestão. Quando a criança começa a sentar, o sling também permite o novo movimento, ainda sendo vantajoso, pois mantém as perninhas juntas, não forçando-as a se manter abertas, numa fase em que as articulações do quadril ainda estão se formando.
A criança / o bebê ao ser transportada num sling usufrui de movimento, prazer, calor humano, segurança e todos os sons ao qual estava acostumado na barriga. Os movimentos da mãe e o som de seus batimentos cardíacos estimulam seu sistema nervoso, particularmente o sistema que controla o equilíbrio do corpo.
O movimento experienciado pelo bebê num sling o encoraja a dormir durante e depois de ser transportado. O slingar favorece o desenvolvimento do senso de balanço, dos músculos do pescoço e das costas e de todos os aspectos psicomotores. Contrariando o que poderíamos pensar, crianças sentam e andam mais cedo nos países onde essa cultura predomina.

-A proximidade mantém o bebê à temperatura da mãe, com os cheiros e barulhos (respiração, batimentos cardíacos...) e embalado de acordo com os movimentos da mãe, como era quando estava na barriga.

-Reduz cólica e regurgitamento, favorece a digestão, indicado também em caso de refluxo;

-Favorece todos os aspectos psicomotores

-Respeita a espinha dorsal do bebê, não há ponto de força.
-Não sobrecarrega os braços dos transportadores, pois dividem o peso do bebê pelo ombro, costas e quadril.

-Crianças sentam e andam mais cedo nos países onde essa cultura predomina.

-Praticidade:

-Você pode carregá-lo para qualquer lugar, é dobrável e lavável!

-Deixam as mãos do seu carregador livre para fazer outras tarefas como: segurar a mão do outro filho, escrever, descer escadas, passear com o cachorro, etc.

-Facilita sua ida a festas e eventos sociais, como por exemplo; casamentos, missas, confraternizações, etc.

-Segurança:

-Um dos meios de transporte mais seguros contra sequestro e roubo de crianças, pois o bebê fica preso a você;

-Aspectos psicológicos e emocionais:

-O cérebro do bebê é estimulado, o que favorece seu desenvolvimento. Os sentidos do bebê são estimulados, seu bebê vê o mundo que ele vive, em vez do teto de casa ou os joelhos das pessoas .

-Os bebês desenvolvem o sentido de segurança e confiança mais rapidamente, quando carregados frequentemente nos slings, e tornam-se independentes mais cedo ;
-Esta proximidade auxilia no atendimento mais pronto ao chamado do bebê, deixando-o mais calmo. Bebês slingados são mais tranqüilos e seguros, choram menos e dormem melhor.

O quê é "slingar" um bebê?

Em simples palavras, "slingar" um bebê é transportá-lo junto ao corpo, sustentado através de uma faixa. Em diversas culturas (indígenas, africanas, asiáticas), o transporte de bebês e mesmo crianças novinhas através de “tipóias” é um hábito, algo amplamente praticado. Isso por quê a tipóia atua como uma “barriga de transição” (traduzindo bem ao pé da letra), permitindo a continuação da conexão mamãe-bebê, o que é muito favorável ao desenvolvimento emocional desse bebê, além de facilitar a vida da mãe em suas tarefas diárias. Essa linha de pensamento você encontra no site:.
O “carregar o bebê” tem uma relação próxima ao que é chamado nos EUA de “attachment parenting” (amamentação prolongada, o ser receptivo às necessidades do bebê, o dormir junto, mantendo o Contato durante a noite, etc.). Esse meio de carregar / transportar seu bebê estabelece uma excelente comunicação com a criança desde o início da vida, mostrando ser este um meio mais relaxado e de maior conteúdo para vivenciar a relação pai/mãe/bebê. Mãe/pai calmo é bebê calmo também. É um bebê menos incomodado, que chora menos, que tem menos cólica, que dormem melhor à noite, que mama durante períodos maiores de tempo e mantém um período maior entre as mamadas.... Mãe/pai calmo é uma pessoa mais feliz, que pode sair dar uma volta, que pode realizar suas tarefas diárias com maior concentração. Quem já teve um bebê 24 horas online consegue saber a importância de ter um bebê mais tranqüilo o carregar a criança tem um sentido também de cuidar: ao invés de depositar nossos bebês em "recipientes" diferentes (carrinho, cadeirinha do carro, chiqueirinho etc.), ao “vestir” sua criança você estará compartilhando seu calor, o ritmo de sua respiração, o som de sua voz, o cheiro. Sim, somos mamíferos.... Isso significa que você estará mais receptiva às necessidades dessa criança, estabelecendo uma melhor comunicação com ela. De uma maneira breve, “vestir” sua criança é uma maneira de mostrar que você está sempre disponível para ela e que a conexão que vocês formaram durante 9 meses de gestação não terminou no nascimento.

Duvidas freqüentes:

Sling faz mal à coluna?

Esta é uma dúvida que muitos pais expressam. Porém, ao contrário do que alguns possam pensar, o sling faz bem, pois respeita o formato da coluna dos bebês e simula um regresso ao útero materno. Assim, ajuda no desenvolvimento neuropsicomotor do recém-nascido, favorece seu tônus flexor e estimula o equilíbrio. Além disso, ajuda a prevenir problemas motores, como a displasia dos quadris. Alguns portas-bebê, contudo, fazem mal à coluna do bebê. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos, onde nos últimos anos vêm sendo desenvolvidos uma série de modelos diferentes de carregadores, mostram que o sling é a melhor opção. "Os pais devem perguntar a si mesmos qual o mais confortável, deitar numa rede ou ficar pendurado num pára-quedas", exemplifica a fisioterapeuta e quiroprata Rochelle Cases, que estudou os danos causados à coluna por "cangurus" industrializados.
Segundo ela, os "cangurus" não podem ser usados sob hipótese alguma antes do bebê conseguir levantar a cabeça sozinho: o carregador deve dar suporte ao pescoço, sendo o sling a opção ideal para recém-nascidos, já que embala os bebês como os braços da mãe fariam, ao contrário dos carregadores verticais (tipo mochila), que podem gerar torcicolo e outras lesões. O carregador também não deve colocar a coluna do bebê recém-nascido numa posição "de pé": o bebezinho deve ficar deitado ou inclinado, com suporte em toda a extensão da espinha. Quando um bebê começa a querer ficar sentado e observar o mundo ao seu redor, por volta dos quatro meses de idade, o carregador deve permitir que ele se sente de pernas cruzadas para que o peso seja distribuído através das pernas e quadril, ao contrário do que acontece no estilo "canguru", que deixa as pernas dependuradas, obrigando a pelve e a coluna a suportarem todo o peso do corpo.
Saiba mais no artigo "Infant carriers and spinal stress", de Rochelle Cases
Leia sobre os temas desenvolvimento psicomotor do prematuro e displasia coxofemoral.

A partir de quando posso transportar o meu bebê no Sling?

Pode fazê-lo a partir do primeiro dia. Um bebê acabado de sair da barriga da mãe adora estar aconchegado ao seu corpo, sentindo o calor do corpo, os sons, e os movimentos que lhe são familiares.

Até quando posso transportar o meu bebê?

Os Slings são feitos para agüentar com um peso de cerca de 22 kg. Isto quer dizer que não é o tamanho do bebê que limita o uso do Sling, mas o peso que a mãe agüenta. O Sling pode ser usado durante todo o período em que der colo ao seu filho.

O meu bebê não será muito grande para ser transportado no sling?

A maioria dos bebês são transportados ao colo até pelo menos os dois anos de idade. Quanto mais crescem, mais difícil é transportá-los. Assim, quanto maior for o seu bebê, mais ajuda necessitará do nosso Sling, uma vez que este distribui o peso, de uma forma equilibrada pelas costas.

O bebê não está muito apertado?

Lembre-se, ele esteve nove meses de cabeça para baixo dentro de uma pequena “bola”. O mais natural e confortável para ele é estar aconchegado na sua nova barriga. Para novos adeptos do Sling, não tenha medo de elevá-lo e reposicionar. Por exemplo, se lhe parece que a espaço está muito apertada, retire-o e volte a colocá-lo seguindo os passos das instruções.

O meu bebê pode cair?

O Mammy Sling foi desenhado com um efeito de bolsa que mantém o bebê seguro. Em muitas culturas os pais efetuam todas a suas tarefas diárias com os seus filhos, transportados desta forma. Assim que se sentir confortável com o seu sling, vai sentir instintivamente o quanto seguro ele é.

E como dar de mamar do outro lado?

A maioria das mães considera mais fácil amamentar, com a cabeça do lado oposto às argolas. Para mudar o segundo peito ao seu bebê pode fazê-lo de duas formas: Mudar o Sling de lado, ou simplesmente virar o bebê dentro do sling.

Como devo lavar o meu Sling?

Os Slings podem ser lavados á máquina, seus tecidos são leves e fáceis de secar.

Dizem-me que não devo andar com o bebê ao colo no sling, pois "depois ele habitua-se ao colo e não quer outra coisa..."?

O colo não vicia, muito antes pelo contrário, é uma parte importante do desenvolvimento do bebê, que deve ser respeitada. Nos anos 70, era comum considerar-se que os bebês não deviam andar ao colo. Estas teorias estão totalmente postas de parte hoje em dia, sendo evidente os benefícios do contato com a pessoa que transporta o bebê, a todos os níveis de desenvolvimento. Sendo que reclamamos que o direito ao colo, é um direito elementar do seu filho.

Acho que ele fica com a coluna torta... Será verdade?

Os slings são a forma mais natural de transportar um bebê. Os estudos médicos existentes demonstram que não há qualquer tipo de conseqüência para a coluna do bebê, assim como para a sua postura.

O meu bebê é prematuro. Posso usar um sling?

Os bebês prematuros devem estar junto á mãe, sempre que possível. O sling deverá ser usado, a partir do momento em que o bebê não está ligado a tubos.

Qual é a diferença entre um sling tipo bolso (pouch) e um sling de argolas?

O sling tipo bolso consiste basicamente num cilindro fechado com a parte superior e inferior aberta, enquanto o sling de argolas, como o nome indica, é um pano, com duas argolas na ponta. O sling de argolas permite ser usado por pessoas de diferentes tamanhos, no entanto têm sempre que ser ajustado quando se coloca. O pouch é especifico para o usuário (por isso existem tamanhos), mas é só colocar o bebê, não é preciso ajustar nada.

Falando do Baby Wearing...

    Antigamente (quando ainda não existiam os carrinhos de bebê), as crianças eram carregadas por faixas de panos com um nó (tipóias). Esta tradição esta voltando à moda, com cada vez mais grávidas e mamães comprando uma versão modernizada que chamamos hoje de Sling (ou Canguru ou Wrap como também são conhecidos).


    Sobre o seu uso, existe o conceito de “Gestação extra uterina”, do antropólogo Ashley Montagu. A idéia é de que a gestação do bebê continua fora do ventre da mãe. Quando se mantém a proximidade e intimidade que a vida uterina proporcionava, o bebê desenvolve melhor, seus potenciais, a inteligência, o senso comunitário e a sensação de participar, ou fazer parte mais plenamente do que um bebê desprovido de carinho e contato físico mais prolongado e extenso durante pelo menos o primeiro ano de vida depois do parto. Além da amamentação no peito, há dois aspectos comuns na criação dos filhos na maioria das culturas tribais, que permitem a continuidade da gestação externa: Slingando os filhos e a cama dos pais (família). Qualidade de vida para o seu bebê e mais praticidade para você, é o que a Sling mania vai lhe proporcionar, afinal você vai carregar o nosso futuro.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vídeos que ensinam como usar!

Na primeira vez em que se usa o sling é
Totalmente normal que a mãe se sinta insegura.
Não se preocupe!! Tente usar dentro de casa
Antes de sair para q se sinta segura e confortável.
Apesar de todos os slings possuírem manual de instruções
Resolvi postar esses vídeos...

▫1ª vez com o sling:
http://www.youtube.com/watch?v=MQVNfj83Jyg

Passando e abrindo o tecido pelas argolas:
http://www.youtube.com/watch?v=MQVNfj83Jyg

Posição da argola: http://www.youtube.com/watch?v=opydYx42xgE

Mudar de lado:
http://www.youtube.com/watch?v=wiEKna28bl4

▫0 a 3 meses

Essas posições a seguir são ideais para essa idade, pois permite simular as posições fetais, pois a coluna fica totalmente acomodada. É importante ressaltar que ela ajuda a reduzir possíveis cólicas ou gazes e é indicada até o 5º mês em média.

Deitada com a cabeça oposta à argola:

http://www.youtube.com/watch?v=vvyQE5ij-os

Deitado meio inclinado:

http://www.youtube.com/watch?v=maxgVnf64TY

Essa posição além de confortável permite que o bebê tenha contato visual com todo ambiente externo, pode ser usada por bebes novinhos até 22 kg.

Barriga com barriga (pernas p dentro):
http://www.youtube.com/watch?v=BFJxZYXp5nA

Barriga com barriga (pernas p fora):
http://www.youtube.com/watch?v=Bkb9vZklVpk

Amamentar, o sling permite que vc amamente e fique com as mãos livres,
Tb pode usar a calda (onde fica o bolso) para tornar o ato mais discreto e protegido!
http://www.youtube.com/watch?v=XCIgzjJjAT4

▫3 a 6 meses

Posição canguru:
Nessa época os bebês têm bom controle da cabeça e coluna,
porém não conseguem sentar...
http://www.youtube.com/watch?v=wvJp8FyZ1Mk&NR=1

▫Mais de 6 meses (sentado):
http://www.youtube.com/watch?v=qk85BnDF-j8

Lateral:
http://www.youtube.com/watch?v=2wBCKU7hyf0

▫Mais de 18 meses:

Nas costas:
http://www.youtube.com/watch?v=_vOPpbYCUFk


Cuidado com os erros mais comuns!!
Assista a esses vídeos para que continue slingando perfeitamente!

Argolas muito baixas...

http://www.youtube.com/watch?v=it-TH7cC1RU

Tecido embolado...

http://www.youtube.com/watch?v=Sebvt9P2XjM

Ajuste sem apoio nas costas do bebê...

http://www.youtube.com/watch?v=h-tPzVZ4TWY

Pernas esticadas dos bebês...

http://www.youtube.com/watch?v=qRt2Uhe0b3A

O tecido do sling no pescoço...

http://www.youtube.com/watch?v=M250bvhQ7Kc


Fonte: www.zolowear.com